terça-feira, 23 de agosto de 2011

Como escolher base?

Como escolher base?
   
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Este post foi escrito a quatro mãos com a maquiadora carioca Viviana Borlido.
Tem muita gente que lê blogs de maquiagem há anos, mas não dá pra esquecer das leitoras que descobriram esse universo há pouco tempo.
Coisas que pra umas podem ser óbvias, pra outras de repente são grandes dúvidas. Pensando em todas, mas nas últimas em especial, eu e a Vivi Borlido estamos criando uma série de posts explicativos. O de hoje fala sobre a escolha da base ideal.
Pra começo de conversa, esse é um tema extremamente pessoal. A base perfeita é o Santo Graal da maquiagem, tô errada? A gente vive na busca dela, e a minha pode não ser a sua, que não vai ser a da melhor amiga, que gosta da mesma da vizinha, e por aí vai.
Partindo daí, como fazer na hora de comprar a sua?
Bom, você deve saber o seguinte:
O ponto fraco das marcas
Em pé no metrô, na hora do rush, dê uma olhadinha à volta. Quantos tons de pele você consegue detectar? Se você estiver numa cidadezinha do interior da Suécia, a diferença deve ser pouca. Mas em plena São Paulo…
Bom, imagine o pepino nas mãos das empresas de maquiagem. Já pensou formular tons de base pra todas essas pessoas de ascendências tão diferentes? A cor da nossa pele conta uma história que muitas vezes nem a gente conhece, imaginem elas, que precisam se limitar a um número restrito de tonalidades para venda!
Muitas marcas oferecem apenas três opções de cor (claro, médio e escuro). Isso num país com tanta variação de tons e nuances de pele dificulta bastante, né? Por isso é MUITO difícil encontrar o nosso tom exato de base.

Encontrando sua cor
Primeiro de tudo: não acredite que a vendedora sabe tudo de maquiagem e vai te vender o produto certo, porque isso nem sempre é verdade. E não existe fórmula mágica, quem tem que colocar a mão na massa é você! Teste, teste, teste.
Opte por uma loja que tenha uma boa seleção de tonalidades à disposição pra experimentar, selecione algumas cores próximas a sua pele, e aplique o produto diretamente no seu rosto – nunca no braço, nunca na mão, nunca no pescoço. Sempre no rosto.
O corpo da gente apresenta variações de cor também. Imagine testar uma base nas costas da mão, local onde o sol costuma bronzear mais, e depois passar a mesma no rosto, que costuma ficar mais protegido? Não dá.
E pense que se a marca só tem poucas cores de base você provavelmente precisará comprar dois tons e misturá-los pra obter uma combinação próxima ao seu tom de pele. Algumas empresas possuem inclusive bases que já seguem esse conceito “faça você mesma” – como a Custom Creations da Revlon.
A hora da compra
Base é de certa forma um investimento.
A gente não cuida da pele? Então tem que tomar cuidado com o que coloca sobre ela. Separe um dinherinho pra comprar uma de boa qualidade, que ofereça benefícios pra pele, que seja oil free, etc.
Um detalhe: a iluminação é super importante! Se a loja tiver iluminação amarelada ou fria, isso pode interferir na cor,por isso dê sempre uma olhada na pele sob luz natural. Aplique alguns tons de base em diferentes áreas do rosto, e dê uma voltinha pra se observar em outros espelhos antes de fechar a compra.
E por se tratar de um produto mais caro, tente não comprar no impulso. Tire um tempinho pra isso, vá pra loja sem maquiagem no rosto, teste bastante, deixe a cor escolhida agindo algumas horas pra ver como o produto se comporta, se necessário volte outro dia. Parece bobeira, mas coisas assim podem evitar arrependimento.
Perguntas que você deve se fazer
1. Que tipo de acabamento você deseja?
Como você quer sentir a sua pele? Quer que ela fique com um aspecto hidratado? Iluminado? Semi opaco? Totalmente opaco? Cada tipo de base vai proporcionar um efeito diferente, por isso é bom se informar sobre isso antes.
2. Que tipo de cobertura você deseja? As bases podem ter cobertura super leve, leve, média, média-alta, alta, total… De qual delas você precisa pra homogeneizar a sua pele? Por exemplo, se você for jovem e não tiver manchas, a leve serve perfeitamente; se tiver manchas, pode precisar de uma cobertura maior.

São muitas as escolhas!
Base líquida: pode ser usada por todos os tipos de pele, e deixa normalmente um efeito natural (mas existe a de efeito mate e a de alta cobertura também). É ótima para peles maduras, desidratadas, e pra quem tem pelinhos no rosto. O ideal é aplicar com pincel.
Base cremosa ou compacta: é um pouco mais pesada, o que a torna ideal para a noite. Pode ser aplicada com esponja para uma maior cobertura, e se você quiser deixar um efeito mais leve use pincel.
Base em pó solto: geralmente mineral, é ótima para o nosso clima, assim como pra quem tem pele mista/oleosa – porque dá um efeito opaco sem pesar, deixando o viço natural da pele. A base em pó compacta mineral pode ser usada também com pincel umedecido, o que deixa dá um efeito ainda mais natural.
Base em spray ou mousse: é geralmente bem “fresquinha”, e pode ser usada por todos os tipos de pele. O ideal é espirrar o produto na esponja ou pincel (como o duo-fibra), e aplicar na pele em movimentos circulares, pra não manchar.
E finalmente…
… não se esqueça de que a nossa cor muda conforme as estações, por causa da exposição ao sol! A base que você usa no verão pode não ser a mesma do inverno. Pra quem já tá craque no assunto, a dica é ter dois tons de base, uma mais clara e outra mais escura que a sua pele. Asssim você pode misturar as duas e dosar a cor ao longo do ano.
… não é só com o rosto que a gente precisa se preocupar: se a base for muito diferente do pescoço, corre-se o risco de acabar com um efeito “máscara” na pele. Então na hora da escolha observe a área como um todo.
… base com filtro solar alto pode e deve ser usada durante o dia. Mas evite esse tipo de produto durante a noite (ou use no máximo FPS 15). É que o filtro solar alto tem muita concentração de dióxido de titânio, que é uma pigmentação branca. Daí você corre o risco de sair fantasminha nas fotos
http://trendytwins.com.br

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CENTRO CÍVICO Sede dos Poderes do Estado do Paraná, com o Palácio Iguaçu, a Assembléia Legislativa e o Tribunal de Justiça, além da Prefeitura de Curitiba. Implantado em 1953, no centenário da emancipação política do Paraná. MUSEU OSCAR NIEMEYER Maior e mais moderno museu do Brasil. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o "olho" completa uma antiga obra que ele mesmo construiu, em 1976. BOSQUE DO PAPA/MEMORIAL POLONÊS Memorial da imigração polonesa, é composto por sete casas de tronco e bosque nativo. Inaugurado em 1980, logo após a visita do Papa João Paulo II a Curitiba. BOSQUE ALEMÃO Lembra as mais caras tradições dos alemães, os primeiros imigrantes a se estabelecer em Curitiba, no século dezenove, a partir de 1833. Entre os destaques, a trilha de João e Maria, dos contos dos irmãos Grimm, a Casa Encantada, o Oratório Bach e a Torre dos Filósofos, com uma bela vista de Curitiba. UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE Inaugurada em 1992, com a presença do oceanógrafo Jacques Cousteau, promove educação ambiental para a população em geral. É, por si só, uma lição de ecologia, integrando a arquitetura ao meio ambiente. PARQUE SÃO LOURENÇO Uma velha fábrica de cola deu lugar a um Centro de Criatividade, com cursos, oficinas e espaços para exposições.Seu lago é cercado por ampla área verde nativa. ÓPERA DE ARAME/PEDREIRA PAULO LEMINSKI Construído em estrutura tubular, o Teatro Ópera de Arame, de 1992, é um espaço mágico que se integra à natureza do local. Ao seu lado, a Pedreira Paulo Leminski é o palco dos grandes acontecimentos culturais e artísticos de Curitiba. Mais adiante, está o Farol das Cidades, biblioteca informatizada conectada à Internet. PARQUE TANGUÁ Às margens do rio Barigui, é área de lazer com grandes espaços verdes, ancoradouro, pista de cooper, ciclovia e um túnel aberto na rocha bruta unindo os lagos. Implantado em 1996. PARQUE TINGUI O Parque Tingui lembra os primeiros ocupantes dos Campos de Curitiba, os índios Tinguis, da nação Guarani. MEMORIAL UCRANIANO O Memorial Ucraniano, no Parque Tingui, é homenagem ao centenário da chegada dos pioneiros da etnia, comemorado em 1995. Uma réplica da Igreja de São Miguel, da Serra do Tigre, em Mallet, interior do Paraná, com telhas de pinho e cúpula de bronze, é um museu. SANTA FELICIDADE Colônia formada em 1878 por imigrantes italianos das regiões do Vêneto e do Trentino. Principal eixo gastronômico de Curitiba, é um desfile de casas típicas, unidades de interesse de preservação pelo valor histórico, arquitetônico ou sentimental. PARQUE BARIGUI Um dos maiores da cidade, implantado em 1972, é um dos preferidos para as caminhadas diárias do curitibano à beira do lago. Tem espaços para exposições e eventos, museu do automóvel, esportes e várias outras atividades. 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